15 de janeiro de 2020

Cadastro de peritos em História - MPRS

Prezadas(os) colegas,

O Ministério Público do RS está cadastrando peritos em História para trabalho no acervo do Castelo de Pedras Altas. Peço que divulguem essa informação.


AVISO N. 01/2020 – FRBL
CHAMAMENTO PARA CADASTRO DE PERITOS
Área de Especialidade: HISTÓRIA.
Nos termos do facultado pelo inciso III do artigo 6.º do Regimento Interno do Conselho Gestor do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados - FRBL RS, considerando a necessidade de dispor de profissionais de nível superior, legalmente habilitados ao exercício de sua formação, para prestar serviços de perícias solicitadas pelos órgãos de execução do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, INFORMO que o Fundo para Reconstituição de Bens Lesados, através de sua Secretaria-Executiva, está cadastrando pessoas físicas e jurídicas, com atuação na seguinte área de especialização: HISTÓRIA.

Os interessados deverão enviar mensagem de correio eletrônico para o endereço frbl@mprs.mp.br contendo os seguintes dados:
1. Razão Social (quando pessoa jurídica)
2. CNPJ (quando pessoa jurídica)
3. Nome completo
4. CPF
5. Número do Registro Profissional
6. Número PIS/NIS
7. Área de especialidade
8. Telefone de contato
9. Endereço de correio eletrônico
10. Endereço profissional
11. Cidade
12. CEP

A mensagem deverá trazer, em anexo, cópia (em formato PDF) dos seguintes documentos:
a. CNPJ (quando pessoa jurídica)
b. Documento de identidade
c. CPF
d. Registro Profissional
e. Registro PIS/NIS
f. Currículo Lattes

As contratações obedecem ao regramento contido no Regimento Interno do FRBL, na Resolução n. 01/2017 FRBL e no Provimento n. 32/2017 PGJ (MPRS), disponíveis para consulta em:
https://www.mprs.mp.br/frbl/paginas/3831/

22 de novembro de 2019

Chamada para artigos: Ditaduras de Segurança Nacional: arquivos, fontes e lugares de memória


CHAMADA PARA ARTIGOS - Sillogés v.3 número 1 jan./jul. 2020

Prezadas(os) colegas!

Informamos que a Revista Sillogés - http://historiasocialecomparada.org/revistas/index.php/silloges/ - abriu chamada de trabalhos para o dossiê Ditaduras de Segurança Nacional: arquivos, fontes e lugares de memória, proposto pela Profa. Dra. Ananda Simões Fernandes (Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul) e Profa. Dra. Samantha Viz Quadrat (Universidade Federal Fluminense).


O prazo final para o dossiê é 10 de Maio de 2020.

Contamos com sua colaboração através de artigos ou resenha relacionados a essa importante temática de nossa historiografia. Lembramos que a Sillogés recebe também artigos e resenhas de diferentes temas em fluxo contínuo.

Abaixo, mais detalhes sobre a proposta de dossiê.


O tratamento dado aos arquivos produzidos no âmbito das atividades repressivas caracteriza-se como um dos assuntos centrais dos processos de investigação dos crimes cometidos pelo Estado durante a vigência das ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul. O acesso à informação está intimamente ligado à construção e consolidação de uma sociedade efetivamente democrática. A abertura dos arquivos da repressão e a custódia dos mesmos em instituições culturais e de pesquisa são imprescindíveis para garantir o acesso da população ao seu passado recente, interditado de várias formas. A eficácia das medidas de reparação às vítimas das ditaduras, assim como a apuração das responsabilidades dos agentes envolvidos nos crimes de Estado ficam, em grande parte, condicionadas pelo uso dos documentos produzidos e armazenados pelas instituições repressivas daquele período. Se anteriormente estes arquivos repressivos eram necessários para o próprio exercício das atividades repressivas, atualmente colocam-se como um instrumento insubstituível na conformação das novas relações sociais, principalmente no período denominado Justiça de Transição.

O enfoque desse dossiê está nos arquivos produzidos e acumulados pelos aparatos das ditaduras de Segurança Nacional no exercício das suas atividades; nos arquivos originados pelos próprios indivíduos ou famílias em decorrência das suas ações contrárias às ditaduras; nos acervos que surgiram em função da própria demanda social por esclarecimentos, pela verdade e pela justiça; nas instituições culturais e de pesquisa que abrigam essa documentação; nos “lugares de memória” das ditaduras do Cone Sul.

Crédito das fotografias: Queima dos arquivos do DOPS/RS. Coojornal, Porto Alegre, junho 1982, p. 19. Foto: Luiz Eduardo Achutti.