15 de novembro de 2020

Chamada para artigos: Fontes, acervos e novas abordagens sobre o período Vargas (1930-1954)

 Prezadas(os) colegas!

A Revista Sillogés - http://historiasocialecomparada.org/revistas/index.php/silloges/ - anuncia a chamada de trabalho para o dossiê Fontes, acervos e novas abordagens sobre o período Vargas (1930-1954) proposto pela Prof. Dr. André Barbosa Fraga (Universidade Federal Fluminense), Prof. Dr. Douglas Souza Angeli (Universidade do Estado de Minas Gerais) e Profa. Dda. Mayra Coan Lago (Universidade de São Paulo).

O prazo final para o dossiê é 01 de Maio de 2021.

Contamos com sua colaboração através de artigos ou resenha relacionados a essa importante temática de nossa historiografia. Lembramos que a Sillogés recebe também artigos e resenhas de diferentes temas em fluxo contínuo.

Abaixo, mais detalhes sobre a proposta de dossiê.


Nas últimas quatro décadas, o uso de acervos pessoais e institucionais nos estudos históricos impulsionou pesquisas sobre diversos aspectos dos períodos relativos aos governos de Getúlio Vargas. Além das correspondências, destaca-se a utilização de periódicos e da iconografia nos estudos recentes de História Política, além do uso das tradicionais fontes oficiais, ou seja, documentos produzidos no âmbito do Estado. 

O presente dossiê busca reunir trabalhos que contemplem discussões sobre os diferentes tipos de fontes, acervos públicos ou privados e as novas abordagens sobre um período-chave da história do Brasil republicano: o período Vargas, de 1930 a 1945 e também o início da experiência democrática, incluindo o segundo governo de 1951 a 1954. 

Dessa forma, pretende valorizar elementos fundamentais do ofício de historiador/a, incluindo o compartilhamento e a reflexão sobre novas fontes e acervos, suas possibilidades de pesquisa e a divulgação de estudos recentes que têm promovido novas abordagens sobre diferentes aspectos do período pós-30, incluindo oposições e as resistências, os reflexos dos governos Vargas no âmbito local e regional e as consequências desses governos no período pós-45.

Crédito imagem: Fundo Correio da Manhã - Arquivo Nacional. 

21 de junho de 2020

Chamada para artigos: Imagem, Arte e Cultura Visual

CHAMADA PARA ARTIGOS - Sillogés v.3 número 2 jul./dez. 2020
Prezadas(os) colegas!
A Revista Sillogés - http://historiasocialecomparada.org/revistas/index.php/silloges/ - anuncia a chamada de trabalho para o dossiê Imagem, Arte e Cultura Visual proposto pela Profa. Dra. Ana Heloisa Molina (Universidade Estadual de Londrina) e Prof. Charles Monteiro (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul).

O prazo final das submissões para o dossiê é 10 de Outubro de 2020.

Contamos com sua colaboração através de artigos ou resenha relacionados a essa importante temática de nossa historiografia. Lembramos que a Sillogés recebe também artigos e resenhas de diferentes temas em fluxo contínuo.

Abaixo, mais detalhes sobre a proposta de dossiê.



Os historiadores têm apresentado crescente interesse na interpretação das imagens, em estudos sobre arte, fotografia, cinema, televisão, quadrinhos, caricaturas e charges, grafites por um lado, e temas como gênero, etnicidade, paisagem, e cultura urbana, por outro, relacionados à pesquisa em fontes visuais, que vêm se multiplicando em simpósios, pesquisas e publicações recentes.

Pode-se afirmar que o objetivo dos estudos sobre Cultura Visual é problematizar a forma como os diversos tipos de imagens perpassam a vida social cotidiana criando a visualidade de uma época, relacionando as técnicas de produção e de circulação das imagens às formas de se visualizar os diferentes grupos e espaços sociais (estabelecendo padrões de visualidade), permitindo, assim, problematizar os modos de ver, experiência que medeia a nossa compreensão da realidade e inspira modelos de ação social (os chamados regimes de visualidade).

A arte (do latim ars que significa técnica/habilidade) é o conceito que engloba todas as criações realizadas por homens e mulheres para expressar uma visão/abordagem sensível do mundo, seja este real ou fruto da imaginação. Através de recursos plásticos, linguísticos ou sonoros, a arte permite expressar ideias, emoções, percepções e sensações.

Como atividade humana, produto de seu tempo e de seu espaço, a arte testemunha fatos, setores sociais e acontecimentos que muitas vezes não se encontram em documentos oficiais ou narrativas outras.

A pesquisa histórica tem muito a ganhar ao entrar nesse debate sobre a interpretação da imagem e suas relações, interfaces e diálogos com o campo da arte e suas diversas linguagens e, no âmbito dos estudos visuais ou de cultura visual, ao apropriar-se de objetos, de problemas, de metodologias e de categorias que permitam ao historiador pensar a dimensão visual da história, como prática social no tempo, bem como utilizar novas tecnologias para o ensino da história e a divulgação de suas pesquisas. Formar cidadãos que possam interpretar um mundo que se oferece cada vez mais mediado por um imenso fluxo de imagens, também é tarefa dos historiadores.

Convidamos os pesquisadores a submeterem artigos sobre a interpretação das imagens no campo das artes ou das ciências sociais que dialoguem com as questões relativas a acervos, à memória e ao patrimônio.

Crédito das fotografias: StockSnap por Pixabay 



15 de janeiro de 2020

Cadastro de peritos em História - MPRS

Prezadas(os) colegas,

O Ministério Público do RS está cadastrando peritos em História para trabalho no acervo do Castelo de Pedras Altas. Peço que divulguem essa informação.


AVISO N. 01/2020 – FRBL
CHAMAMENTO PARA CADASTRO DE PERITOS
Área de Especialidade: HISTÓRIA.
Nos termos do facultado pelo inciso III do artigo 6.º do Regimento Interno do Conselho Gestor do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados - FRBL RS, considerando a necessidade de dispor de profissionais de nível superior, legalmente habilitados ao exercício de sua formação, para prestar serviços de perícias solicitadas pelos órgãos de execução do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, INFORMO que o Fundo para Reconstituição de Bens Lesados, através de sua Secretaria-Executiva, está cadastrando pessoas físicas e jurídicas, com atuação na seguinte área de especialização: HISTÓRIA.

Os interessados deverão enviar mensagem de correio eletrônico para o endereço frbl@mprs.mp.br contendo os seguintes dados:
1. Razão Social (quando pessoa jurídica)
2. CNPJ (quando pessoa jurídica)
3. Nome completo
4. CPF
5. Número do Registro Profissional
6. Número PIS/NIS
7. Área de especialidade
8. Telefone de contato
9. Endereço de correio eletrônico
10. Endereço profissional
11. Cidade
12. CEP

A mensagem deverá trazer, em anexo, cópia (em formato PDF) dos seguintes documentos:
a. CNPJ (quando pessoa jurídica)
b. Documento de identidade
c. CPF
d. Registro Profissional
e. Registro PIS/NIS
f. Currículo Lattes

As contratações obedecem ao regramento contido no Regimento Interno do FRBL, na Resolução n. 01/2017 FRBL e no Provimento n. 32/2017 PGJ (MPRS), disponíveis para consulta em:
https://www.mprs.mp.br/frbl/paginas/3831/

22 de novembro de 2019

Chamada para artigos: Ditaduras de Segurança Nacional: arquivos, fontes e lugares de memória


CHAMADA PARA ARTIGOS - Sillogés v.3 número 1 jan./jul. 2020

Prezadas(os) colegas!

Informamos que a Revista Sillogés - http://historiasocialecomparada.org/revistas/index.php/silloges/ - abriu chamada de trabalhos para o dossiê Ditaduras de Segurança Nacional: arquivos, fontes e lugares de memória, proposto pela Profa. Dra. Ananda Simões Fernandes (Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul) e Profa. Dra. Samantha Viz Quadrat (Universidade Federal Fluminense).


O prazo final para o dossiê é 10 de Maio de 2020.

Contamos com sua colaboração através de artigos ou resenha relacionados a essa importante temática de nossa historiografia. Lembramos que a Sillogés recebe também artigos e resenhas de diferentes temas em fluxo contínuo.

Abaixo, mais detalhes sobre a proposta de dossiê.


O tratamento dado aos arquivos produzidos no âmbito das atividades repressivas caracteriza-se como um dos assuntos centrais dos processos de investigação dos crimes cometidos pelo Estado durante a vigência das ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul. O acesso à informação está intimamente ligado à construção e consolidação de uma sociedade efetivamente democrática. A abertura dos arquivos da repressão e a custódia dos mesmos em instituições culturais e de pesquisa são imprescindíveis para garantir o acesso da população ao seu passado recente, interditado de várias formas. A eficácia das medidas de reparação às vítimas das ditaduras, assim como a apuração das responsabilidades dos agentes envolvidos nos crimes de Estado ficam, em grande parte, condicionadas pelo uso dos documentos produzidos e armazenados pelas instituições repressivas daquele período. Se anteriormente estes arquivos repressivos eram necessários para o próprio exercício das atividades repressivas, atualmente colocam-se como um instrumento insubstituível na conformação das novas relações sociais, principalmente no período denominado Justiça de Transição.

O enfoque desse dossiê está nos arquivos produzidos e acumulados pelos aparatos das ditaduras de Segurança Nacional no exercício das suas atividades; nos arquivos originados pelos próprios indivíduos ou famílias em decorrência das suas ações contrárias às ditaduras; nos acervos que surgiram em função da própria demanda social por esclarecimentos, pela verdade e pela justiça; nas instituições culturais e de pesquisa que abrigam essa documentação; nos “lugares de memória” das ditaduras do Cone Sul.

Crédito das fotografias: Queima dos arquivos do DOPS/RS. Coojornal, Porto Alegre, junho 1982, p. 19. Foto: Luiz Eduardo Achutti.