O GT, como representante da ANPUH-RS no Colegiado Setorial de Museus, recebeu a seguinte correspondência, agendando a 1° reunião do grupo.
26 de novembro de 2011
20 de novembro de 2011
CIRCULAR DO XI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA - ANPUH-RS
É com honra e satisfação que encaminhamos para o seu conhecimento, a primeira circular sobre o nosso próximo Encontro Estadual de História da ANPUH-RS a ser realizado na FURG de Rio Grande-RS, entre os dias 23 e 28 de julho de 2012.
10 de novembro de 2011
CHAMADA PARA REUNIÃO - 26/11/2011
Prezados,
Não obtivemos o número necessário de interessados em participar de nossa proposta de reunião em Santa Maria. De fato, desde que encaminhamos o convite acreditamos que o período não fosse o melhor, dado o adiantado do ano.
Como todos sabem, os recursos financeiros do GT não são muitos. Assim, em uma avaliação técnica, preferimos aguardar o próximo semestre para que possamos nos deslocar e proporcionar uma atividade com uma participação maior dos nossos membros.
De qualquer forma, mantemos a REUNIÃO PARA O DIA 26/11 ÀS 14H no Museu Histórico Bispo Isac Aço, Rua Dr. Lauro de Oliveira, 71 (Colégio Americano) Porto Alegre - RS.
7 de novembro de 2011
Posição ANPUH-RS sobre Arquivo do Judiciário
Informe aos associados
No último sábado, 5 de novembro, a diretoria da ANPUHRS esteve reunida com o Presidente da ANPUH Nacional e representantes dos Cursos de História de diversas IES do estado, a fim de discutir sobre as movimentações no Tribunal de Justiça no sentido da destinação de cerca de 11 milhões de processos judiciais, oriundos daquele órgão. Por unanimidade, foi considerada a situação preocupante, principalmente, por não haver historiador no órgão com poder decisório sobre o assunto. Decidiu-se que os encaminhamentos junto ao Tribunal de Justiça serão tomados em conjunto entre a ANPUH e as IES no sentido de assegurar o adequado tratamento e avaliação da documentação em questão. A ANPUHRS não aceitará descarte de documentação, sem controles efetivos por parte dos historiadores. Consideramos que a documentação em questão é um patrimônio de toda a sociedade, sendo o TJ não o proprietário, mas o guardião da mesma. Nesse sentido, cabe à sociedade discutir e decidir sobre a destinação desse acervo.
Assinar:
Postagens (Atom)